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domingo, 6 de abril de 2008

Horta Doméstica


Hoje em dia, poucas pessoas podem se dar ao luxo de ir até o quintal e colher verduras, legumes e ­­ervas na hora do preparo das refeições. Nas grandes cidades, o jeito é recorrer aos produtos de supermercados e feiras. Mas o que fazer se você quiser ter sempre à mão temperos frescos para dar um sabor especial ao prato?
Quem gosta de cozinhar sabe bem que a quantidade e o preço de macinhos e vasinhos de ervas aromáticas nem sempre corresponde às necessidades. Um vasinho comprado em supermercado, por exemplo, custa cerca de R$ 4 e mal dá para uma refeição, e os macinhos da feira, em torno de R$ 2, são grandes demais e podem acabar estragando na geladeira.
Então, que tal ter em casa uma hortinha de temperos? É mais simples do que você imagina, e não é preciso reservar espaços muito grandes. Qualquer cantinho, desde que arejado e com alguma incidência de sol, funciona bem: pode ser varanda, cobertura, terraço, quintal, área de serviço ou até aquele corredor lateral externo que acomoda bicicletas ou jardineiras abandonadas. É só comprar os equipamentos e as mudas de ervas e colocar mãos à obra.
Nos links abaixo você vai conhecer os materiais necessários para montar sua própria horta e como fazer o plantio das mudas. Também terá um guia rápido das ervas mais usadas na culinária e uma seleção de links e livros para aumentar seus conhecimentos sobre ervas aromáticas.

Sacolas Plásticas


“Em geral, os sacos de plásticos parecem mais práticos que os de papel, mas não são biodegradáveis, além de serem fabricados a partir de petróleo, um recurso não-renovável, e o tempo de decomposição do papel varia de 2 a 4 semanas, enquanto os sacos e copos plásticos podem variar de 200 a 450 anos.” FONTE
“Numa declaração de Guerra à “poluição branca” que está sufocando suas cidades, propriedades rurais e cursos d’água, a China decidiu banir as sacolas de compra de plástico e trazer de volta os velhos sacos de pano - medidas que foram muito bem recebidas por lojistas e consumidores nesta semana.A decisão elimina as sacolas fininhas e força os comerciantes a mudarem para outra opção, tornando a China a mais nova nação a se voltar contra os sacos plásticos, numa tentativa de eliminar o desperdício e conservar recursos.
Os moradores de Pequim parecem ter recebido a decisão facilmente, num reflexo do aumento da consciência ambiental e da preocupação com a disparada dos preços do petróleo. “Se pudermos reduzir o desperdício e poupar recursos, isso será bom para nós e para o mundo todo”, disse Xu Lixian, um universitário que comprava tangerinas em uma banca de rua.” FONTE Essa informação não é novidade para muitas pessoas, porém, existe uma grande parcela da poluição que não leva em conta a poluição caudada pelo uso “indiscriminado” do saco plástico.“Indiscriminado” por quê?Isso mesmo, infelizmente não podemos ser demagogistas em afirmar que é possível não utilizar sacos plásticos no nosso dia a dia mas uma situação me levou a pensar…
- Será que não podemos evitar o consumo de sacos plásticos…?
Fui a uma farmácia comprar pilhas para minha câmera digital (o carregador de pilhas estava emprestado).
Comprei a pilha e a caixa muito prestativa colocou dentro de um saco plástico gigante. Não aceitei e levei a embalagem da pilha na mão. Não queria colocar mais um saco plástico em circulação.
Um saco que seria totalmente dispensável.
A caixa ficou espantada por minha atitude.
Acham que se todos tivessem esses pequenos atos no dia a dia não só com sacos plásticos, mas com todos os poluentes nosso futuro seria melhor?

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Sacolas plásticas


Vamos assumir nossa responsabilidade pela poluição mundial, admitir que nós somos os grandes poluidores a partir do momento do nosso nascimento e mudar nossa atitude, nossos atos, antes que o planeta fique mais hostil e não possamos mais existir.
As empresas são obrigadas por lei a ter o plano de gerenciamento de resíduos, sob pena de multa e fechamento da empresa em caso de descumprimento, mas as residências do país não são obrigadas a nada, não existe lei para regulamentar o gerenciamento de resíduos, é por isso que quase ninguém recicla, quase ninguém pratica o consumo consciente e as residências são as grandes poluidoras por gerarem muitos resíduos, portanto vamos mudar de atitude!!!
A cada compra, pelo menos uma sacola chega às residências. A partir de então, o destino dela são muitos. Só que um grande problema é que muitas param nas redes de esgoto, depois para os rios ou então nos Aterros.
Uma família de 4 pessoas de classe média usa 1.000 sacolas por ano - no supermercado, padaria, açougue, feira, videolocadora, farmácia. No mundo são consumidos 500 bilhões de sacos plásticos por ano, ou 1,5 bilhão por dia, ou ainda 1 milhão por minuto. Essas sacolas convencionais podem demorar até 500 anos para sumirem na natureza, contaminando rios e oceanos, matando animais quando da sua ingestão, por confundirem a sacola com alimento, por isso, diversos países decidiram que já era hora de bani-las. Em países como África do Sul, Taiwan e Índia o uso das sacolinhas prevê multa e até prisão. Já em San Francisco, no Estado da Califórnia (EUA), os sacos foram eliminados e substituídos por outros feitos de matéria prima reciclável.
No Estado de São Paulo são consumidas cerca de 66 milhões de sacolas plásticas. Das 12 mil toneladas de lixo geradas diariamente, mil são de plásticos. “Eliminar esse excesso não é nada difícil, basta recusar as sacolinhas após as compras, seja no supermercado, na farmácia ou em qualquer outro local. Outra idéia é levar sua própria sacola retornável ou sacola permanente quando for às compras.
Nossas avós usavam sacolas retornáveis e sobreviveram. Elas não tinham à disposição sacolas de plástico ou de papel.
Só pra registrar: a partir de junho, a China vai economizar 37 milhões de barris de petróleo por ano com a proibição das sacolas plásticas, cujo consumo diário é de 3 bilhões.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Seletivo


Em certo momento da vida, algo muda em nós e na nossa rotina, ficamos mais conscientes das nossas necessidades deveres e obrigações, buscamos o desapego do supérfluo para encontrarmos o equilíbrio. A boa alimentação e a atividade física ajudam. Respeitar o meio ambiente é pensar no desenvolvimento sustentável, é optar pela coleta seletiva. O natural está na moda, aqui e no mundo todo, na alimentação e na medicina também. A moda propõe um mix dos tons verdes dos orgânicos com a cor neutra do arroz integral. Tecidos naturais, orgânicos, formas geométricas, estilistas trabalhando por uma moda ética e que não modofique o meio ambiente. A busca por um mundo melhor para si e para os outros é o que vale hoje. Existe uma liberdade de escolha. Perceber o outro é perceber a sua própria emoção, é se renovar. Seletivo é aquele que vislumbra, redefine, evolui. Sabe que sua escolha vai influenciar mudanças, sensações, sentimenntos e atitudes.
O universo agradece.

Participação SIMONE NUNES, Inspiração Brasil, ABEST.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Nossa casa

Por João Vianna

Se pudéssemos, ou melhor, quando pudermos nos afastar alguns quilômetros da Terra, perceberemos o quanto insignificantes parecemos ser, na verdade sumiremos na vastidão do espaço e nos uniremos ao todo.
No passado considerávamos a Terra como o centro do universo e alguns foram mortos por terem idéias contrárias a isso. Hoje, mudamos um pouco esta noção graças a ciência e ao misticismo. O problema é que continuamos agindo como se nós fôssemos o centro do universo.
Nossos pensamentos e ações refletem o conceito de separação que temos do "resto". E isso é o que está nos fazendo afundar na lama, quanto mais nos mexemos, mais afundamos. O mundo precisa hoje de uma revolução espiritual e na verdade isso já esta ocorrendo. A ciência e a espiritualidade se aproximam a cada dia e a nova era já está aqui. A era do "SER" é chegada dando adeus a do "TER". Mas o mundo físico sofre, e como proferem agora os cientistas, estamos em colapso global e dizem que talvez seja tarde. Particularmente acredito que, embora pareça tarde, nada acontece por acaso e não carregaremos uma cruz maior do que podemos carregar. Nada do que está para acontecer deixará de ser para o bem, pois a evolução é uma lei universal. Devemos encarar como uma limpeza planetária e por isso é importante trabalharmos a espiritualidade e a identificação que temos com o corpo (apego), que nada mais é que um veículo de comunicação de nossas almas.
A mudança deve partir de dentro.
Namastê!