terça-feira, 16 de setembro de 2008

Fotógrafo carioca lança livro "Viver Fernando de Noronha"

texto Ana Cristina Rosado

O fotógrafo João Vianna lança, dia 18, deste mês o livro "Viver Fernando de Noronha", pela Réptil Editora. A obra é o resultado do privilégio de viver, durante três anos, onde todo o brasileiro sonha em tirar férias – o arquipélago de Fernando de Noronha.

Tudo começou quando este professor de educação física, um quase-urbano, decidiu dar ouvidos ao coração e se mudou de mala e rolos de filme, indo morar na ilha. Com a alma em expansão de quem faz o que ama, ele revelou, filme após filme, uma Noronha até pouco tempo incógnita.

Um registro sincero de quem se valeu dos próprios olhos como a melhor lente, e que, através de sua contemplação, proporciona aos leitores uma verdadeira viagem de sons, luzes, costumes, surf, fauna & flora, gente, sonho, céu e mar, contrastes e magia. "O livro é inédito por ser o único do assunto produzido por um fotógrafo que morou em um dos mais belos paraísos tropicais do mundo. Nele, o leitor tem acesso, de vários ângulos e situações, às paisagens e locais nunca antes vistos por turistas que já foram à ilha", diz João Vianna.

"Viver Fernando de Noronha" possui 62 fotografias, escolhidas a dedo, de um acervo de mais de 15.000 imagens. Vianna, que registrou paisagens nas diferentes estações do ano, conhece trilhas e caminhos da Ilha com a palma da mão. Bom nadador, com habilidade para o mergulho em apnéia, obteve belíssimas fotos da rica vida marinha. Cardumes exibindo sua coreografia sincronizada, além de predadores e presas dramatizando a ópera da sobrevivência entre coloridos corais e o vai-e-vem das algas podem ser apreciados no livro, que é uma verdadeira obra de arte. Registros de surfistas e atobás pegando onda e o trabalho dos pescadores também foram feitos por Vianna.

"No estado de sentir a areia ser aquecida pelo amanhecer, observar o vai-e-vem dos pássaros, testemunhar a força das "marés de lua", admirar o sol que mergulha sem pressa no mar dourado que registrei fragmentos e os compartilho com os leitores e amantes de Noronha. As imagens podem conter nas suas "entrelinhas", além da beleza doada pela natureza, elementos para reflexão", desta forma Vianna explica como montou a obra.

João Vianna, ligado nas questões ambientais, aderiu ao Projeto de reflorestamento Verde-Amanhã – uma iniciativa da fundação Jayme Sholna, o que confere ao livro "Viver Fernando de Noronha" o selo do projeto. As árvores usadas na produção do papel não são de desmatamentos ilegais e o impacto ambiental causado pela produção desta obra resultou no plantio de 47 mudas de árvores nativas em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O coquetel de lançamento acontecerá às 18h30, no Restaurante Líquido – Rua Barão da Torre, 398 – Ipanema.

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Lançamento Livro "Viver Fernando de Noronha", pela Editora Réptil

Dia: 18 de setembro, quinta-feira

Hora: às 18h30

Local: Rua Barão da Torre, 398 – Restaurante Líquido – em Ipanema

Valor do livro: 69,00

Entrada Franca

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Receita para não ser consumido!

por Flávio Bastos - flaviolgb@terra.com.br

Muitas pessoas com a sensibilidade acima da média, possuem uma percepção supra-sensorial em relação às realidades dimensionais que as circundam. Por isso sofrem e comumente não se adaptam plenamente ao sistema de valores da sociedade de consumo e ao ritmo veloz dos grandes centros urbanos.A vida, nesses centros populacionais, tem se tornado cada vez mais opressora. Antes era só a agitação das grandes cidades. Agora, à agitação soma-se a violência, a competitividade, o estresse do trânsito, o empobrecimento das relações humanas e o principal: o risco de ser consumido pela sociedade de consumo.Registrou, certa vez, Krishnamurti: "uma mente torturada, frustrada, moldada pelo que a rodeia, que se conforma à moral estabelecida é, em si própria, confusa; e uma mente confusa não pode descobrir a verdade".Para a pessoa hipersensível, que possui uma aguçada percepção das realidades dimensionais que a circundam, viver em sociedade onde predominam valores de consumo, não é nada fácil no sentido da sua adaptação a valores propostos pelo modelo materialista/capitalista de sociedade.Em relação a isso, algumas pessoas que lêem meus artigos, costumam escrever-me contando suas dificuldades e até seus dramas na tentativa de adaptarem-se ao estilo de vida exigido pelo modelo consumista em que estamos inseridos. O desequilíbrio, a desarmonia, são as palavras que mais leio ou ouço desses médiuns ou sensitivos que desconhecem possuir a capacidade extra-sensorial ainda latente.Diante de tal situação, podemos questionar: O que fazer para que essa "onda consumista" que envolve a todos, não desestabilize psíquica e espiritualmente pessoas mais sensíveis que se enquadrem a esse perfil? Ou, apesar do "caos" instalado nas grandes metrópoles, como conciliar valores materialistas necessários à sobrevivência com o desenvolvimento de valores espirituais inerentes à nossa natureza? Ou ainda, O que fazer para não ser consumido por essa onda ou por esse caos?Partindo-se do princípio de que no sentido individual cada experiência humana é única e intransferível, observamos que as respostas aos nossos questionamentos não são fáceis de se obter. Porém, no sentido coletivo, à medida que as experiências de vida apontam um determinado perfil humano, fica mais fácil entendê-las como fazendo parte de um contexto vital que possa servir como sugestão (ou parâmetro) entre semelhantes. Compreendido dessa forma, creio ter algumas dicas a passar aos amigos e amigas que estão se identificando com o que estou escrevendo nesse momento.Então, vamos lá, existem alguns passos a dar!Primeiro passo:Cultive a sua própria personalidade.Segundo passo: Seja vigilante, não se deixe envolver pelo frenético ritmo dos acontecimentos diários.Terceiro passo:Cultive o discernimento no sentido das escolhas, ou seja, "o que é melhor para mim que possa acrescentar em qualidade de vida".Quarto passo: Aprenda a gostar de seu corpo, dedique alguns momentos da semana para a prática de uma atividade física que seja relaxante para o corpo e a mente.Quinto passo:Seja original, não despreze ou se afaste muito da linha natural da vida. Mantenha contato com a natureza, nem que seja em contato com uma árvore ou um canteiro de flores e gramas, etc.Sexto passo:Procure momentos de recolhimento e de elevação do pensamento. A prece, a meditação ou técnicas de direcionamento equilibrado do potencial mediúnico, podem acrescentar qualidade em termos de autoconhecimento.Sétimo passo:Evite excessos de toda ordem. Todo excesso é prejudicial ao sentido vital de equilíbrio.Oitavo passo:Evitar o consumo é impossível. No entanto, evitar ser consumido pelo sistema é possível, basta cultivarmos a lucidez e separar em níveis de importância o que é útil e o que é supérfluo em nossas vidas.Nono passo:Se você chegou até aqui, está a meio caminho de alcançar a felicidade possível. A outra metade do caminho dependerá de sua perseverança em continuar avançando. Não desista!Comentário finalO mais importante nessa caminhada, é atingirmos a visão da vida inserida em um contexto cósmico, cujo significado dessa descoberta transcende em número e gênero todas as experiências do nível dimensional da matéria. E essa visão/conhecimento é imprescindível para que consigamos alcançar um nível de maior importância ainda: o equilíbrio bio-psico-espiritual. Harmonizados, seremos livres e independentes para seguir a nossa jornada existencial. Siga em frente!Psicanalista Clínico e Interdimensional.
www.flaviobastos.com

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Família!


Pra começar a falar da família decidi, não por acaso, colocar a foto do Gabriel, o mais novo da família. até porque ele representa todos nós em um. Tem a alegria do Vôvo Ale, faz as caretas da Vovó Ana, o chororô da Carolê e a disposição do Papai Nando. Tudo isso no colo amoroso da Mamãe Joana!!!

Foram dias maravilhosos estes aqui em Floripa, e sem dúvida dias mais que especiais nesta viagem, que segue cheia de emoções. Rever o meu irmão foi muito importante e ver que linda família eles estão construindo. Estamos torcendo muito pra que a Carolê (minha irmã), na corajosa decisão de mudanças, tenha uma boa vida aqui na linda Ilha de Santa Catarina.

Mas gostaria de dedicar essa alegria a meus pais, que sempre fizeram de tudo! Para criar, ajudar e por derramarem tanto amor, até mimar esses três filhos que os amam muito. Nando, Carola e João.

Estou mais feliz ainda pois Amélia chega amanhã de sua viagem ao Rio depois de ser reconhecida como madrinha, pelo nascimento de seu afilhado Théo. Assim seguimos nossa expedição juntos, para as geladas serras de Santa Catarina, Segundo a previsão pode nevar por lá nos próximos dias e seria muito interessante na expedição Águas do Brasil, ver e viver água em seu estado sólido. Até...

sábado, 24 de maio de 2008

Arriscar

Rir é arriscar-se a parecer louco.

Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor o seu eu verdadeiro.
Expor suas idéias e sonhos em público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer.
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.

Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...
Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas, abrem mão da própria liberdade.
Só a pessoa que arrisca é livre...
Arriscar-se é perder o pé por algum tempo.
Não se arriscar é perder a vida...

Soren Kierkegaad

domingo, 18 de maio de 2008

A carta da Terra



A terra é o nosso lar e o lar de todos os seres vivos. A própria Terra está viva, fazemos parte de um universo em evolução. Os seres vivos são membros de uma comunidade de vida interdependente dotada de uma diversidade magnífica de formas de vida e de culturas. Sentimo-nos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos da reverência à vida e às fontes do nosso ser. Damos graças pela herança que recebemos das gerações passadas e abraçamos nossas responsabilidades para com as gerações presentes e futuras.


A comunidade da Terra vive um momento de definição. A biosfera é governada por leis que desprezamos a nosso risco. Os seres humanos adquiriram a capacidade de alterar radicalmente o meio ambiente e os processos de evolução. O tecido da vida e os alicerces da segurança local e global são ameaçados pela falta de visão e pelo mau uso do conhecimento e do poder. Há muita violência, pobreza e sofrimento em nosso mundo. Uma mudança fundamental em nossa rota se faz necessária.

A escolha está diante de nós: cuidar da Terra ou participar de nossa auto-destruição e da destruição da diversidade da vida. É preciso reinventar a civilização industrial tecnológica e encontrar novas formas de equilíbrio entre o indivíduo e a comunidade, o ter e o ser, a diversidade e a unidade, o curto prazo e o longo prazo, o gastar e o nutrir.

Em meio a toda nossa diversidade, somos uma humanidade e uma família Terra com um destino comum. Os desafios que defrontamos impõem uma visão ética abrangente. É imperioso forjar parcerias e promover a cooperação nos níveis local, bioregional, nacional e internacional.

De forma solidária entre todos e com a comunidade de vida, nós, os povos do mundo, ao abraçarmos os valores desta Carta, poderemos formar uma família de culturas que permita o pleno desenvolvimento do potencial de todas as pessoas em harmonia com a comunidade da Terra. Temos de manter viva a fé nas possibilidades do espírito humano e um profundo senso de pertencimento ao Universo. Nossas melhores ações hão de concretizar a integração do conhecimento com a bondade.

Princípios

• RESPEITAR a Terra e toda vida. A Terra, toda formada de vida e todos os seres vivos possuem um valor intrínseco e têm direito ao respeito, sem levar em conta seu valor utilitário para a humanidade.

• CUIDAR da Terra, protegendo e restaurando a diversidade, a integridade e a beleza dos ecossistemas do planeta. Onde houver risco de dano grave ou irreversível ao meio ambiente, uma ação preventiva deve ser adotada a fim de evitar prejuízo.

• VIVER de modo sustentável, promovendo e adotando formas de consumo, produção e reprodução que respeitem e salvaguardem os direitos humanos e a capacidade regeneradora da Terra.

• INSTITUIR justiça e defender, sem discriminação, o direito de todas as pessoas à vida, à liberdade e à segurança pessoal, dentro de um meio ambiente adequado para a saúde e bem-estar espiritual. As pessoas têm direito à água potável, ar puro, solo não contaminado e à segurança alimentar.

• COMPARTILHAR eqüitativamente os benefícios do uso dos recursos naturais e de um meio ambiente saudável entre as nações, entre ricos e pobres, homens e mulheres, e gerações presentes e futuras, internalizando todos os custos ambientais, sociais e econômicos.

• PROMOVER o desenvolvimento social e sistemas financeiros que criem e mantenham meios sustentáveis de subsistência, erradiquem a pobreza e fortaleçam as comunidades locais.

• PRATICAR a não-violência, reconhecendo que a paz é o todo criado por relações harmônicas e equilibradas consigo mesmo, com outras pessoas, com outras formas de vida e com a Terra.

• FORTALECER processos que capacitem as pessoas a participar efetivamente no processo decisório e que assegurem a transparência e o dever da prestação de contas no exercício do governo e na administração de todos os setores da sociedade.

• REAFIRMAR que, às populações nativas e tribais, cabe um papel vital no cuidado e proteção da Mãe Terra. Elas têm direito a preservar sua espiritualidade, seus conhecimentos, terras, territórios e recursos.

• AFIRMAR que a igualdade de gênero é um requisito do desenvolvimento sustentável.

• ASSEGURAR o direito à saúde sexual e reprodutiva, com preocupação especial para com as mulheres adultas e jovens.

• PROMOVER a participação dos jovens, na qualidade de agentes responsáveis de mudança, visando à sustentabilidade local, biorregional e global.

• FAZER avançar e aplicar o conhecimento científico e de outras naturezas, bem como tecnologias, que promovam meios de vida sustentáveis e protejam o meio ambiente.

• ASSEGURAR que todas as pessoas tenham, ao longo de sua existência, oportunidades de adquirir o conhecimento, os valores e as habilidades práticas necessárias para criar comunidades sustentáveis.

• TRATAR todas as criaturas com bondade e protegê-las da crueldade e do aniquilamento arbitrário.

• NÃO fazer ao ambiente dos outros o que não queremos que façam ao nosso.

• PROTEGER e restaurar áreas de extraordinário valor ecológico, cultural, estético, espiritual e científico.

• CULTIVAR e praticar um sentimento de responsabilidade compartilhada pelo bem-estar da comunidade da Terra. Toda pessoa, instituição e governo tem o dever de promover metas indivisíveis de justiça para todos, sustentabilidade, paz mundial, respeito e cuidado para com a comunidade de vida mais ampla.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Moda

Gente o que está na moda é ter consciência verde, ou seja, cuidar do futuro do nosso planeta azul. Cada vez mais pessoas começam a perceber que se a gente não cuidar vamos ter problemas seríssimos. Essa semana implantei na minha casa a coleta seletiva do lixo é muito simples. Se quiserem aderir também é só entrar no site da Comlurb que tem tudo explicadinho.
Outro dia estava na Osklen devolvendo uma produção e vi a nova campanha deles, "Amazon Guardians". Eles fizeram uma associação a maior ONG do planeta, a WWF, para divulgar uma campanha para conscientizar as pessoas da importância de salvar e preservar a Amazônia. Palmas para eles! A coleção está espetacular. Acorda galera, the time is now!!! Temos que contribuir, não pensem que pequenos atos não fazem a diferença!!
Bozzi

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Paz


"A Paz Mundial
deve se desenvolver a partir da paz interior.
Paz não significa ausência de violência.
Paz é a manifestação da compaixão humana."
Sua Santidade o Dalai Lama